Dentro de Mim

"Aqui começa o meu descampado Ou o meu jardim cultivado; Aqui começa a minha queda vertiginosa Ou a minha entrada gloriosa; Aqui, somente aqui, Começa o que jamais acabará aqui; Aqui serei muito ou serei pouco, Serei pobre ou serei louco, Serei charco, lago, rio ou mar Serei o que conquistar Aqui serei o que tu quiseres E o que eu quiser, Mas é aqui que tudo começa Aqui e nada mais do que aqui" - Vasco Gonçalves

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

prioridade | s. f.

"prioridade

s. f.
1. Anterioridade.
2. Preferência conferida a alguém, relativamente ao tempo de realização do seu direito, com preterição do de outros."

40 anos de Rua Sésamo

domingo, 8 de Novembro de 2009




Wait for
A brand new sun
A brand new star
To wish upon
Wait for
A brand new day
A brand new way
To see the world

Oh my
Wait for the blue sky
Wait for the sunshine
To clear your mind
Oh yeah
Wait for the clear air
'Cause even that old moon
It couldn't eclipse this brand new sun

I've been
To hell and back babe
I've seen dead space
I've seen shame
I know
In a shadow
Lurks a high low
See-saw game

Oh my
Wait for the blue sky
Wait for the sunshine
To clear your mind
Oh yeah
Wait for the clear air
'Cause even that old moon
It couldn't eclipse this brand new sun

Oh my
Just wait for the blue sky
Eait for the sunshine
To clear your mind
Oh yeah
Wait for the clear air
'Cause even that old moon
It couldn't eclipse this brand new
Even that old moon
It couldn't eclipse this brand new
Even that old moon
It couldn't eclipse this brand new sun

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

A paisagem muda. Já a sabemos de cor, mas mesmo assim não deixamos de constatar como ela muda enquanto a percorremos, mais uma vez, e outra e outra.

Começamos com a aridez dos terrenos, os campos abertos com árvores que crescem aleatoriamente, reservando à sua volta mais do que espaço para contemplarem a própria sombra. O relevo é tão suave que acreditamos que as colinas tiveram preguiça de crescer, a terra tão vermelha, que nos recorda umas terras indígenas já visitadas...e pensamos, como esta paisagem aberta até ao mar consegue ser inspiradora. E ao mesmo tempo parece que nos convida a ficarmos sós ou pelo menos com espaço suficiente para também nós olharmos a sombra.

Lá à frente já vemos uma face da primeira montanha(zinha), já acolhe na sua respeitável colina altos agrupamentos de árvores, e aos seus pés arbustos felpudos de um verde puríssimo. Enquanto a contornamos descobrimos a face de dura pedra, com marcas da passagem do homem.

Mas o sorriso nasce com as casinhas semeadas lá em baixo, todas juntas, e ao lado, nos terrenos que as rodeiam a roupa pendurada ao vento, e os carros velhos de tanto trabalho arrumados .

É o sul e é o norte de Portugal, em contraste. Mais do que um campo cheio de flores ou uma encosta com vinhas, as pessoas parece que se desenvolvem ao espelho da sua paisagem. De um lado preservam o seu espaço e protegem as suas fronteiras como a vida dependesse disso. Do outro acolhem-se, unem-se, vivem nessa quase dependência de proximidade....como as árvores da primeira montanha(zinha).


quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Em jeito de aniversário...



sexta-feira, 12 de Junho de 2009



Obrigada pelos mais de 1200km que fizeste na tentativa de conseguirmos dizer-lhe adeus.
Mais do que podias...

segunda-feira, 27 de Abril de 2009

Thinking of you



Comparisons are easily done
Once you've had a taste of perfection
Like an apple hanging from a tree
I picked the ripest one
I still got the seed

You said move on
Where do I go
I guess second best
Is all I will know

Cause when I'm with him
I am thinking of you
Thinking of you
What you would do if
You were the one
Who was spending the night
Oh I wish that I
Was looking into your eyes

You're like an Indian summer
In the middle of winter
Like a hard candy
With a surprise center
How do I get better
Once I've had the best
You said there's
Tons of fish in the water
So the waters I will test

He kissed my lips
I taste your mouth
He pulled me in
I was disgusted with myself

Cause when I'm with him
I am thinking of you
Thinking of you
What you would do if
You were the one
Who was spending the night
Oh I wish that I
Was looking into...

You're the best
And yes I do regret
How I could let myself
Let you go
Now the lesson's learned
I touched it I was burned
Oh I think you should know

Cause when I'm with him
I am thinking of you
Thinking of you
What you would do if
You were the one
Who was spending the night
Oh I wish that I
Was looking into your eyes
Looking into your eyes
Looking into your eyes
Oh won't you walk through
And bust in the door
And take me away
Oh no more mistakes
Cause in your eyes I'd like to stay...

-. . . -.. -.-- --- ..-

sábado, 4 de Abril de 2009

"Abre a Felicidade"

quarta-feira, 25 de Março de 2009

domingo, 1 de Março de 2009





Há vezes em que o mundo deixa de fazer sentido. Há dias em que as certezas passam a ser outras. Há momentos em que queremos ter forças para mudar tudo. E em alguns segundos recomeçamos a viver a NOSSA vida.
Agora que sinto o ânimo, velho conhecido, não quero guardá-lo no canto. Não tenho tempo para isso!

Afinal, podemos ser sempre ainda mais felizes :)

quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Chega a ter piada

Era uma vez uma funcionaria publica e EU durante um telefonema para a Faculdade de Psicologia da Universidade do Porto (prontuh ja disse)


Eu - Olá bom dia, queria falar com o Dr.Fulano de tal

F.P. - Com certeza, vou passar

(chamou, chamou, chamou....e voltou para trás)

F.P. - Ele não está a atender. Pode ligar mais tarde?

Eu - Estou a ligar da "RTP2", será que podia ficar com um recado?

F.P. - Ahhhh...sabe...eu so atendi o telefone porque a minha colega foi ali fazer um xixizinho e fiz-lhe este favor.

Eu - Será que pode deixar um recado para a sua colega? Já que tenho urgência?

F.P. - Ahhhhh, nós não estamos autorizadas a ficar com recados, sabe? É que depois a menina liga para cá e nós esquecemo-nos, então não tamos autorizadas.


........................

sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

"O Norte" por Miguel Esteves Cardoso

'Primeiro, as verdades.
O Norte é mais Português que Portugal.
As minhotas são as raparigas mais bonitas do País.
O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela.
As festas da Nossa Senhora da Agonia são as maiores e mais impressionantes
que já se viram.
Viana do Castelo é uma cidade clara. Não esconde nada. Não há uma Viana
secreta. Não há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está
tudo à vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade
verde-branca.
Verde-rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se
vê nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar-se
branco ao olhar. Até o granito das casas.
Mais verdades.
No Norte a comida é melhor.
O vinho é melhor.
O serviço é melhor.
Os preços são mais baixos.
Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma
ninharia.
Estas são as verdades do Norte de Portugal.
Mas há uma verdade maior.
É que só o Norte existe. O Sul não existe.
As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira,
Lisboa, et caetera, existem sozinhas. O Sul é solto. Não se junta.
Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte.
No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se
identifica como sulista?
No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos
falam de Portugal inteiro.
Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país.
Não haja enganos.
Não falam do Norte para separá-lo de Portugal.
Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal.
Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que
constitui Portugal.
Mas o Norte é onde Portugal começa.
Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo.
Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o
Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por
muito pequenina. No Norte.
Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa.
Mais ou menos peninsular, ou insular.
É esta a verdade.
Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial
mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores
são um caso à parte. Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro
nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do
Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela >entidade
incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil
misturadas, Continente.
No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito
estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem
não quer a coisa.
O Norte cheira a dinheiro e a alecrim.
O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho.
Tem esse defeito e essa verdade.
Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável,
porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos
portugueses) nessas coisas.
O Norte é feminino.
O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher
portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha
pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.
As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis,
daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a
escrever-se sozinhos.
Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de
frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não
dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e
honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem
belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade.
Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas,
da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de
um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto
das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de
carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida
a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das
burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens.
Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os
maridos, mas gosto delas.
São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem.
As mulheres do Norte deveriam mandar neste país.
Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são
as senhoras em toda a parte.
Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem
silenciosamente.
Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial.
Só descomposturas, e mimos, e carinhos.
O Norte é a nossa verdade.
Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no
Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do
Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um
nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu,
lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete
a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os
seus pedaços e pormenores.
Depois percebi.
Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos. Não
escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar
de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras a terra maior que é
o 'O Norte'.
Defendem o 'Norte' em Portugal como os Portugueses haviam de defender
Portugal no mundo. Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua
pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma
terra maior, é comovente.
No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em
Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas
como as de Ponte de Lima. Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante
ainda é mais bonita.
O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho
ou Trás-os-Montes, se é litoral ou interior, português ou galego?
Parece vago. Mas não é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas,
para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir
aquelas mãos em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em
fogo, para adivinhar.
O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós
todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira
que têm de dizer 'Portugal' e 'Portugueses'. No Norte dizem-no a toda a
hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem
patrioteirismos. Como se fosse só um nome. Como 'Norte'. Como se fosse assim
que chamassem uns pelos outros. Porque é que não é assim que nos
chamamos todos?'

domingo, 11 de Janeiro de 2009



Será que depois do arco-iris te vejo uma vez mais?

sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

Podes repetir?



longa semana.

fim de sexta-feira.

desânimo.

estação de metro cinzenta.

os teus braços abertos.

o sorriso de ânimo.

o abraço.

o quentinho do coração.

sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009

2008 em revista




Duas palavras sobre o ano que passou: esforço e recompensa.
Foram muitos os sorrisos em 2008 e por isso no dobrar de ano troquei os desejos pelo agradecimento sincero pelo ano que tive.
Mais um ano de novidades e de (muitas ) caras novas, o "primeiro" trabalho e um projecto especial.
O ano em que uma história "começou" e ganhou rumo, com uma música e local de eleição.
Um ano em que os amigos tiveram o seu momento.
2008 foi sobretudo feito de esforço, com um "até já" necessário.
Mais um ano de saudade, com um adeus doloroso à casa onde fui tão feliz!

E 2009, (além do acordo ortográfico) como será?

sábado, 29 de Novembro de 2008

Uma menina de quem espero ouvir falar...muito! Kina Grannis num cover de Jason Mraz

I'm Yours



"Well you done done me and you bet I felt it
I tried to be chill but you're so hot that I melted
I fell right through the cracks
Now I'm trying to get back
Before the cool done run out
I'll be giving it my bestest
And nothing's gonna to stop me but divine intervention
I reckon it's again my turn to win some or learn some

But I won't hesitate no more, no more
It cannot wait, I'm yours

Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love love
Listen to the music of the moment people, dance and sing
I'll just one big family
And it's our Godforsaken right to be loved love loved love loved

So I won't hesitate no more, no more
It cannot wait I'm sure
There's no need to complicate
Our time is short
This is our fate, I'm yours

I've been spending way too long checking my tongue in the mirror
And bending over backwards just to try to see it clearer
But my breath fogged up the glass
And so I drew a new face and laughed
I guess what I'm be saying is there ain't no better reason
To rid yourself of vanity and just go with the seasons
It's what we aim to do
Our name is our virtue

But I won't hesitate no more, no more
It cannot wait I'm yours

Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find the sky yours
So please don't, please don't, please don't
There's no need to complicate
Cause our time is short
This this this is our fate
I'm yours"


Jason Mraz

sábado, 25 de Outubro de 2008

Lay All Your Love On Me



I wasn't jealous before we met
Now every (wo)man I see is a potential threat
And I'm possessive, it isn't nice
You've heard me saying that smoking was my only vice
But now it isn't true
Now everything is new
And all I've learned has overturned
I beg of you
Don't go wasting your emotion
Lay all your love on me

It was like shooting a sitting duck
A little small talk, a smile and baby I was stuck
I still don't know what you've done with me
A grown-up (wo)man should never fall so easily
I feel a kind of fear
When I don't have you near
Unsatisfied, I skip my pride
I beg you dear

Don't go wasting your emotion
Lay all your love on me
Don't go sharing your devotion
Lay all your love on me

I've had a few little love affairs
They didn't last very long and they've been pretty scarce
I used to think that was sensible
It makes the truth even more incomprehensible
'Cause everything is new
And everything is you
And all I've learned has overturned
What can I do

Don't go wasting your emotion
Lay all your love on me
Don't go sharing your devotion
Lay all your love on me

terça-feira, 16 de Setembro de 2008

Registando o momento



"Where do we go from here?
This isn't where we intended to be
We had it all, you believed in me
I believed in you

Certainties disappear
What do we do for our dream to survive?
How do we keep all our passions alive,
As we used to do?

Deep in my heart I'm concealing
Things that I'm longing to say
Scared to confess what I'm feeling
Frightened you'll slip away

You must love me
You must love me

Why are you at my side?
How can I be any use to you now?
Give me a chance and I'll let you see how
Nothing has changed"

segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

"All Summer Long"



"It was 1989, my thoughts were short my hair was long
Caught somewhere between a boy and man
She was seventeen and she was far from in-between
It was summertime in Northern Michigan
Ahh Ahh Ahh
Ahh Ahh Ahh

Splashing through the sand bar
Talking by the campfire
It's the simple things in life, like when and where
We didn't have no internet
But man I never will forget
The way the moonlight shined upon her hair

And we were trying different things
We were smoking funny things
Making love out by the lake to our favorite song
Sipping whiskey out the bottle, not thinking 'bout tomorrow
Singing Sweet home Alabama all summer long
Singing Sweet home Alabama all summer long

Catching Walleye from the dock
Watching the waves roll off the rocks
She'll forever hold a spot inside my soul
We'd blister in the sun
We couldn't wait for night to come
To hit that sand and play some rock and roll

While we were trying different things
And we were smoking funny things
Making love out by the lake to our favorite song
Sipping whiskey out the bottle, not thinking 'bout tomorrow
Singing Sweet Home Alabama all summer long
Singing Sweet Home Alabama all summer long

Now nothing seems as strange as when the leaves began to change
Or how we thought those days would never end
Sometimes I'll hear that song and I'll start to sing along
And think man I'd love to see that girl again


Singing Sweet Home Alabama all summer long
Singing Sweet Home Alabama all summer long
Singing Sweet Home Alabama all summer long
Singing Sweet Home Alabama all summer long"

Kid Rock


Fim das férias. Quando o Verão "acaba" e não temos festas, noitadas, tardes na praia para lembrar...o próximo é desejado com mais força ainda.

quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Intervalo



"Vida em câmara lenta,
Oito ou oitenta,
Sinto que vou emergir,
Já sei de cor todas as canções de amor,
Para a conquista partir.

Diz que tenho sal,
Não me deixes mal,
Não me deixes

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Noticia do jornal
O quadro minimal
Sou eu

Vida á média rés,
Levanta os pés
Não vás em futebois, apesar
Do intervalo, que é quando eu falo,
Para não me incomodar.

Diz que tenho sal,
Não me deixes mal,
Não me deixes

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Noticia do jornal
O quadro minimal
Sou eu

Não me deixes já
Historia que não terminou
Não me deixes

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Noticia do jornal
O quadro minimal
Sou eu

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Noticia do jornal
O quadro minimal
Sou eu"

Per7ume

domingo, 3 de Agosto de 2008

"The story"




All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
You do
I was made for you
You see the smile that's on my mouth
It's hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what
I've been through like you do
And I was made for you...
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you

terça-feira, 1 de Julho de 2008


Em 1992 Severn Suzuki tinha 12 anos...


Beijo na favela


sábado, 21 de Junho de 2008





Começou hoje a "estação da perdição".
Os copos nas esplanadas. A saias rodadas. Os bikinis cada vez mais curtos. As unhas coloridíssimas!!!Ahhhhhhhhhhhhh o Verão...
O calor traz de volta a sensação de querer fazer tudo o que nunca fizemos.
Como os desejos no início do ano...com a chegada do Verão quero renovar aqui os meus:
Mais amor e muito "beiju ná boca".

quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Amor e calor




Whooaaaaa
The hot summer night fell like a net
I've got to find my baby yet
I need you to soothe my head
Turn my blue heart to red

Doctor, doctor, give me the news
I've got a bad case of lovin' you
No pill's gonna cure my ill
I've got a bad case of lovin' you

A pretty face don't make no pretty heart
I learned that, buddy, from the start
You think I'm cute, a little bit shy
Momma, I ain't that kind of guy

Doctor, doctor, give me the news
I got a bad case of lovin' you
No pill's gonna cure my ill
I got a bad case of lovin' you
Whooaaa

I know you like it, you like it on top
Tell me, momma, are you gonna stop?

You had me down, 21 to zip
Smile of Judas on your lip
Shake my fist, knock on wood
I've got it bad, and I've got it good

Doctor, doctor, gimme the news
I got a bad case of lovin' you
No pill's gonna cure my ill
I got a bad case of lovin' you

domingo, 1 de Junho de 2008

Vamos lá!!!!




Trails of troubles,
Roads of battles,
Paths of victory,
We shall walk.

sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Há noites em que o relógio anda com custo, cada minuto parece mais longo que o anterior.
Olhamos o tecto e respiramos fundo. Aquele aperto não quer desaparecer.
Voltam as questões, crescem as dúvidas e chega o medo.
Questionamos tudo o que queremos, tudo o que temos e ficamos sem saber por onde seguir.

Nessas noites abraçamo-nos a tudo o que temos e choramos as angústias.

domingo, 27 de Abril de 2008


Demos mãos e abraços. Trocamos receios e segredos. Fomos o mundo do outro. E hoje somos algo que não sei bem o que é. Nada?!?!?
Há dias que dizemos olá a custo. Tornamo-nos nisto, nestes estranhos que se conhecem (talvez) como ninguém.
E agora?
É suposto ser mesmo assim?